Investigador da Polícia Civil é solto após pagamento de fiança de R$ 16 mil por contrabando

Célio Rodrigues Monteiro, investigado por contrabando de eletrônicos, obtém liberdade provisória com fiança. Outras prisões foram realizadas na operação.
Foto: Célio tinha função de confiança de chefe de seção na delegacia de Sidrolân
Foto: Célio tinha função de confiança de chefe de seção na delegacia de Sidrolân

Célio Rodrigues Monteiro, conhecido como "Manga Rosa", investigador da Polícia Civil, ganhou liberdade provisória após pagar fiança de R$ 16 mil. Ele estava preso há quase uma semana, sendo um dos alvos da Operação Iscariotes, realizada pela PF e Receita Federal, que investiga contrabando milionário de eletrônicos.

Além de Célio, a operação também atingiu o investigador Edivaldo Quevedo da Fonseca, um policial militar da reserva e três policiais rodoviários federais aposentados. Na segunda-feira (23), Célio e Edivaldo foram afastados compulsoriamente de suas funções, e suas armas e carteiras funcionais foram recolhidas.

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O pedido de liberdade foi feito na sexta-feira (20), onde a defesa argumentou que os indícios de envolvimento de Célio em crimes foram obtidos em abril de 2024, o que tornaria a prisão preventiva inadequada. O Ministério Público Federal sugeriu medidas cautelares, mas a defesa pediu a dispensa da tornozeleira eletrônica e a redução da fiança.

O juiz Luiz Augusto Iamassaki Fiorentini acatou o pedido de redução, permitindo a liberdade provisória com fiança de R$ 16.210. Célio deve comparecer periodicamente em juízo, manter seus dados atualizados e está proibido de sair de Campo Grande, exceto para trabalhar em Sidrolândia. O descumprimento das condições pode levar à sua prisão novamente.