A SAS se comprometeu a acompanhar o caso, adotando as medidas necessárias para garantir a integridade física, emocional e psicológica das servidoras envolvidas. A Comissão de Ética e Disciplina dos Conselheiros Tutelares, por sua vez, informou que as informações devem ser solicitadas diretamente ao Ministério Público Estadual (MPE). A reportagem aguarda retorno da assessoria do MPE sobre o assunto.
