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Investigação sobre ossada em Aquidauana pode levar a novas buscas

A ossada encontrada em Aquidauana, a 135 km de Campo Grande, está sendo analisada para determinar se pertence a Aguinaldo de Oliveira da Silva Júnior ou Amanda Kristina Galhardo, desaparecidos desde 2014. A confirmação poderá desencadear novas buscas na região.
Perícia foi acionada para o local após o fazendeiro ter encontrado a moto e a os
Perícia foi acionada para o local após o fazendeiro ter encontrado a moto e a os

A investigação sobre a ossada descoberta nas proximidades da região do Taboco, em Aquidauana, a 135 km de Campo Grande, está em andamento. O laudo pericial é fundamental para identificar se os restos mortais pertencem a Aguinaldo de Oliveira da Silva Júnior ou a Amanda Kristina Galhardo, ambos desaparecidos desde 2014. A análise já confirmou que os restos são de uma única pessoa.

O delegado Luis Fernando Mesquita, responsável pelo caso, informou que aguarda os resultados do laudo para determinar o sexo da ossada. Com essa informação, será possível realizar uma comparação com o material genético que pertence às famílias dos desaparecidos.

Caso os laudos indiquem que a ossada é de Aguinaldo ou Amanda, é possível que novas buscas sejam feitas na área. O delegado ressaltou a importância de esperar o resultado do laudo antes de tomar qualquer decisão. "É necessário aguardar o laudo", afirmou Mesquita.

Aguinaldo de Oliveira da Silva Júnior e Amanda Kristina desapareceram em janeiro de 2014, quando estavam a caminho da Fazenda Iguaçu, em Anastácio. Durante a viagem, Aguinaldo entrou em contato com seu pai para informar que o pneu da motocicleta havia furado. Após esse incidente, ambos retornaram a Anastácio, mas não foram mais vistos.

No dia 21 de abril do mesmo ano, um fazendeiro encontrou a roda da moto parcialmente enterrada e uma ossada em uma propriedade situada a cerca de 20 quilômetros de Anastácio, na BR-419. Essa descoberta levantou suspeitas de que os restos mortais poderiam ser do casal, trazendo o caso à tona novamente.

Adicionalmente, um suspeito envolvido na investigação negou qualquer relação com o caso e alegou que o chip do celular havia sido perdido. Ele também teria encontrado uma câmera fotográfica pertencente ao jovem em uma área de mata na zona rural da cidade, o que levanta mais questões sobre o desaparecimento do casal.