Uma mulher morreu após ser baleada por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos em Minnesota, durante uma megaoperação contra a imigração ilegal. A secretária adjunta do Departamento de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, afirmou que a mulher era uma manifestante violenta que usou seu veículo como arma, tentando atropelar os agentes.
A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, reiterou as acusações, dizendo que a mulher morta cometeu um ato de terrorismo doméstico e que as autoridades agiram em legítima defesa. Já o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, rejeitou as alegações das autoridades de imigração de que o agente agiu em legítima defesa.
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O incidente ocorreu durante uma operação em que autoridades americanas detiveram mais de mil imigrantes, incluindo pessoas do Equador, México e El Salvador. O Departamento de Segurança Interna anunciou a prisão de mais de mil assassinos, estupradores, pedófilos e membros de gangues em Minnesota, incluindo mais de 150 detenções de imigrantes ilegais.
A agência destacou a prisão de equatorianos, incluindo Tomás Espín Tapia, um fugitivo procurado por homicídio no Equador e predador sexual.