O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que a autarquia segue dependente de dados para decisões sobre juros. Galípolo afirmou que não há portas fechadas nem setas dadas para as decisões de política monetária.
Ele destacou que estar dependente de dados significa que é mais valioso reunir dados do que sinalizar antes o que vai fazer. O presidente do Banco Central também mencionou que prefere aguardar e reunir dados.
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Além disso, o Banco Central projeta um PIB maior em 2025 e 2026, e vê a inflação no centro da meta apenas em 2028. O Ministério da Fazenda previu uma expansão de 2,2% para o PIB de 2025, com alta de 2,4% no ano que vem.
Galípolo foi questionado sobre os efeitos da disputa presidencial de 2026 sobre a política monetária e afirmou que o horizonte relevante da instituição já perpassa o processo eleitoral. Ele também considera como a eleição afeta a inflação corrente e as projeções.