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Fortes chuvas na China resultam em 22 mortes e 20 desaparecidos na província de Hunan

A província de Hunan, na China, enfrenta uma grave situação após intensas chuvas que deixaram 22 mortos e 20 desaparecidos. Mais de 19 mil pessoas foram desalojadas devido às inundações.
Enchente da China em 2025. — Foto: Enchente da China em 2025. (Foto CCTV)
Enchente da China em 2025. — Foto: Enchente da China em 2025. (Foto CCTV)

A província de Hunan, na China, registrou a morte de pelo menos 22 pessoas e 20 ainda estão desaparecidas em decorrência de fortes chuvas e inundações. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira, 20, destacando que mais de 19 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas devido à gravidade da situação.

As chuvas, consideradas sem precedentes, afetaram diversas regiões do país e resultaram na suspensão de aulas e atividades laborais. A emissora estatal CGTN reportou que as inundações causaram danos significativos, incluindo a inundação de residências, danos em estradas e interrupção nas comunicações. As operações de resgate estão em andamento para ajudar as vítimas e localizar os desaparecidos.

Entre os dados mais alarmantes, foi registrado um acúmulo de 339 milímetros de chuva em um intervalo de 24 horas, que se encerrou às 7h da manhã de segunda-feira, 18. Em algumas localidades da província, a precipitação chegou a 240 milímetros em poucas horas, estabelecendo novos recordes históricos de chuva.

Na província vizinha de Hubei, a situação também se agravou, com ruas transformadas em rios e equipes de resgate utilizando botes infláveis para atender moradores que ficaram ilhados. A resposta das autoridades locais tem sido rápida, com a alocação de 120 milhões de yuans, equivalentes a US$ 17,6 milhões, em auxílio às áreas afetadas.

Desastres naturais, como chuvas intensas e eventos climáticos extremos, são comuns na China, especialmente durante o verão, quando algumas regiões enfrentam chuvas torrenciais enquanto outras lidam com temperaturas extremamente altas. A situação atual em Hunan destaca a vulnerabilidade das comunidades a esses fenômenos climáticos, exigindo uma pronta resposta das autoridades e um planejamento para futuras calamidades.