A família do fiscal tributário assassinado por Alcides Bernal manifestou-se contra o pedido de sigilo no processo sobre a morte, afirmando que não há justificativa para restringir o acesso às informações. Os representantes da família destacam que o próprio investigado procurou veículos de imprensa logo após o crime e apresentou sua versão dos fatos antes mesmo de se entregar, o que torna incoerente a tentativa de limitar a divulgação do caso.
Os familiares sustentam que o ex-prefeito assumiu o risco ao expor publicamente sua narrativa de legítima defesa, a qual não foi confirmada pela investigação. Eles ressaltam que Bernal poderia ter optado por permanecer em silêncio, mas escolheu se manifestar tanto à polícia quanto à imprensa. Para a família, não cabe ao Judiciário restringir declarações feitas voluntariamente, especialmente em um caso que já ganhou ampla repercussão pública.
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Além do caso Bernal, a Agems (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul) aguarda condições climáticas favoráveis para retomar a “Operação Limpa Fios”. A ação, que já removeu milhares de metros de cabos, estava prevista para reiniciar em abril, mas as chuvas atrasaram o cronograma.
Outras iniciativas também estão em andamento, como o mutirão de conciliação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, que visa resolver casos de saúde durante a 2ª Semana Nacional da Saúde, e a renovação de um acordo de cooperação entre a Polícia Federal e a Agepen, visando fortalecer parcerias entre os órgãos no estado.