Ex-Prefeito de Campo Grande afirma não ter sido notificado sobre leilão de imóvel onde ocorreu

Alcides Bernal alega desconhecimento sobre leilão de imóvel avaliado em mais de R$ 2 milhões, onde um auditor fiscal foi morto. Ele busca anular a execução judicial.
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O ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, declarou que a residência onde o auditor fiscal Roberto Carlos Mazzini foi morto está em disputa judicial com a Caixa Econômica Federal. Ele afirma que o imóvel, avaliado em mais de R$ 2 milhões, foi leiloado sem notificação adequada. Bernal já ingressou na Justiça para anular a execução extrajudicial e contesta valores que considera abusivos da instituição financeira.

Bernal relatou que, ao ser alertado sobre uma possível invasão, dirigiu-se ao local acreditando que se tratava de mais uma tentativa de arrombamento. Ele afirmou não conhecer o arrematante e defendeu que a posse do imóvel não deveria ocorrer por invasão. O ex-prefeito mencionou que o imóvel já havia sido alvo de outras ocorrências de arrombamento, as quais foram registradas na polícia.

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Durante seu depoimento, Bernal disse que atirou em um homem que avançou sobre ele em sua residência. Ele alegou agir em legítima defesa, relatando que, ao chegar, encontrou pessoas forçando a entrada no imóvel. Ao se deparar com três indivíduos, um deles teria ameaçado sua integridade, levando-o a disparar contra o homem, que não se intimidou com o primeiro tiro.

Bernal descreveu a situação como uma emergência, ressaltando que já havia enfrentado tentativas anteriores de invasão. Ele afirmou que o arrematante do imóvel tinha experiência em aquisições desse tipo, o que o levou a questionar a legalidade do procedimento de entrada na propriedade.