O Disque Denúncia divulgou um cartaz de procurado com a foto do ex-goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado a 23 anos e um mês de prisão por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal contra Eliza Samúdio, desaparecida em junho de 2010.
O ex-atleta progrediu para o regime semiaberto em 2019 e foi concedida liberdade condicional em janeiro de 2023. No entanto, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro revogou o benefício de liberdade condicional do ex-atleta no dia 5 de março, expedindo um mandado de prisão com validade de 16 anos.
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O ex-goleiro não se apresentou à VEP desde a revogação, e a defesa do goleiro entrou com embargos de declaração. A VEP aguarda manifestação do Ministério Público.
A decisão da Vara se deu depois de Bruno viajar para o Acre, em 15 de fevereiro, sem autorização do Juízo da Execução Penal. O juiz Rafael Estrela Nóbrega disse que as condutas do apenado devem ser encaradas como descaso no cumprimento do benefício que lhe foi concedido.