A escalada de casos de Chikungunya em Mato Grosso do Sul é resultado de um avanço da doença que vem sendo registrado no Estado desde 2023. A coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES, Danielle Galindo Martins Tebet, afirma que a tendência do crescimento é natural quando não se tem o controle do vetor.
A doença tem se espalhado pelo Estado, e a SES faz um acompanhamento de indicadores de arboviroses sistematicamente, com reuniões quinzenais e apoio direto aos municípios com maior incidência. A coordenadora alega que a SES envia uma equipe ao município para prestar atendimento, assistência e coordenar ações para o controle de casos.
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A escalada de casos de Chikungunya em Mato Grosso do Sul é um alerta para todo o Estado, pois a doença está se espalhando rapidamente. Ainda falta uma vacina eficaz para a Chikungunya, então é fundamental a conscientização sobre cuidados com quitais para eliminação de focos do mosquito transmissor.
A SES aponta que o pico da doença costuma ser entre a 13ª e a 14ª semana epidemiológica, e até o momento quatro pessoas morreram, todas indígenas moradoras das aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados.