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Eduardo Riedel defende continuidade de proposta para terceirização da saúde em Campo Grande

Durante evento de assinatura da PPP do Hospital Regional, o governador Eduardo Riedel lamentou a rejeição da proposta pela Câmara Municipal e incentivou o secretário de Saúde a não desistir da ideia de parceria com a iniciativa privada.
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Em um evento marcado pela assinatura da Parceria Público-Privada (PPP) do Hospital Regional, o governador Eduardo Riedel (PP) expressou sua insatisfação com a decisão da Câmara Municipal de Campo Grande, que impediu a proposta para a participação da iniciativa privada na gestão das unidades de saúde da Capital. O governador encorajou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, a persistir na ideia de buscar alternativas para melhorar a saúde pública local.

Riedel destacou, durante seu discurso, a importância do modelo de parceria adotado pelo governo estadual, que visa ampliar e modernizar o Hospital Regional. O governador elogiou a presença de diversas autoridades no evento, incluindo deputados e o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Dorival Pavan. Ele ressaltou que a interação entre os poderes em Mato Grosso do Sul é pautada pela harmonia e convergência de objetivos, em contraste com a situação de conflitos observada em Brasília entre o Executivo, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

O Hospital Regional, que é a maior unidade da rede pública estadual e a segunda maior em dimensão, passará por uma reforma abrangente e receberá um novo bloco, permanecendo sob gestão de uma empresa por um período de 30 anos. O secretário de Saúde do Estado, Maurício Simões, mencionou que, dada a relevância da instituição, ele consideraria a mudança de nome para Hospital Geral, embora esse nome já esteja associado a uma unidade do Exército na Capital.

Durante a solenidade, o deputado federal Geraldo Resende (União Brasil) fez uma referência inusitada ao utilizar a expressão "coice de porco" para descrever algo pequeno e se referir a um discurso breve. Essa não é a primeira vez que Resende usa essa analogia; anteriormente, ele já a havia empregado em outro evento, quando estava prestes a se pronunciar sobre a assinatura do contrato da PPP do Hospital Regional, justificando sua intenção de ser sucinto devido à proximidade do meio-dia.

A temática da saúde e das parcerias foi o foco central do evento, em que a proposta de R$ 237,6 milhões de investimentos foi mencionada como um dos fatores que poderiam impactar positivamente a gestão e a qualidade dos serviços prestados à população. A expectativa é que a nova estrutura do Hospital Regional, além de dobrar o número de leitos, traga melhorias significativas no atendimento à saúde da população de Campo Grande e região.