A ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, sinalizou abertura diplomática aos EUA, defendendo a cooperação com diversos países. Ela está disposta a viajar a Washington se necessário.
Rodríguez apresentou a prestação de contas do primeiro ano do terceiro mandato do ditador Nicolás Maduro e reiterou que está disposta a “confrontar” Washington diplomaticamente. Ela também apresentou uma proposta de reforma da lei de hidrocarbonetos para buscar investimentos em infraestrutura petrolífera.
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A ditadora anunciou a criação de dois fundos para “melhorar” a renda dos trabalhadores e outro destinado ao desenvolvimento de hospitais, escolas, moradias, bem como serviços públicos. Rodríguez destacou um projeto de lei para “agilizar os procedimentos” e “revogar qualquer norma” que esteja “impedindo a chegada de investimentos”.
Após a captura de Maduro, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que governaria a Venezuela até que houvesse uma transição e alertou Rodríguez de que, se ela não fizesse a coisa certa, poderia acabar em situação pior do que o ditador venezuelano.