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Deputado SE autointitula ‘agente secreto’ em busca de obras federais

O deputado José Orcírio se diz insatisfeito com prefeitos que, a seu ver, não reconhecem a origem de obras financiadas por recursos federais. Ele anunciou que irá visitar municípios como 'agente secreto' para identificar os benefícios trazidos por Lula.
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O deputado José Orcírio, manifestando sua insatisfação com alguns prefeitos, alegou que eles estariam "escondendo" a responsabilidade por obras construídas com recursos federais. Para expressar sua indignação, decidiu se autointitular "013" e anunciou que percorrerá municípios para registrar as obras que considera terem sido proporcionadas pelo ex-presidente Lula.

A atitude do deputado gerou reações entre seus colegas, que consideraram a iniciativa como cômica. Alguns parlamentares sugeriram que ele utilizasse uma lupa para encontrar os supostos benefícios, lembrando que o dinheiro destinado a essas obras não é propriedade do governo do PT, mas sim dos impostos pagos pela população.

Em outro desdobramento, a Justiça de Campo Grande condenou uma empresa de transporte após um caso que envolveu uma passageira que perdeu o velório e o sepultamento da mãe devido a um atraso significativo na viagem. A mulher deveria sair de madrugada em direção a Presidente Epitácio (SP) com a expectativa de chegar a tempo para as cerimônias. Contudo, o embarque atrasou cerca de quatro horas, impossibilitando sua chegada a tempo. Além da condenação, a empresa foi obrigada a restituir o valor da passagem e a pagar R$ 5 mil por danos morais à cliente.

No cenário político, o governador Eduardo Riedel teria manifestado a preferência por manter o atual vice, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, em sua chapa para a reeleição. Embora existam especulações sobre uma possível troca pelo ex-titular da Semadesc, Jaime Verruck, fontes indicam que essa tentativa de imposição de nomes já ocorreu em outras ocasiões e não teve sucesso.

Jaime Verruck, que é pré-candidato a deputado federal, também fez questão de esclarecer à imprensa que não assinou um convênio de R$ 7 milhões com a Federação das Indústrias de MS, desassociando-se de qualquer responsabilidade sobre o assunto. Essa situação reflete a complexidade das articulações políticas na região, onde líderes buscam consolidar seus espaços e alianças.

O cenário se complica ainda mais com a presença de diversas figuras políticas, como Maria Auxiliadora Toledo Vilalva Freire, Lilia Porfiria Rivero Cordova Valdes, e outros, que estão ativamente envolvidos nas discussões. O ambiente político permanece tenso, com cada movimento sendo cuidadosamente analisado pelos envolvidos e pela população.