A direção dos Correios encaminha a minuta do contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões para aprovação do Tesouro Nacional. O valor será liberado em três parcelas, sendo R$ 6 bilhões neste ano e o restante em 2026.
O prazo de pagamento ficou em 15 anos, com três anos de carência e os juros equivalentes a 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) ao ano. O aporte está sendo financiado por cinco grandes bancos: Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander.
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A expectativa é que o Tesouro aprove a operação, porque as negociações foram conduzidas de forma conjunta. Além disso, o valor da taxa de juros ficou abaixo da referência usada pelo Tesouro para operações com aval da União.
Concluída essa etapa, o Conselho de Administração se reúne para autorizar a contratação. O socorro aos Correios é condicionado a um plano de reestruturação da estatal com medidas de corte de gastos e aumento de receitas para que a estatal volte a ter lucro em 2027.