Os Correios criaram um plano para recuperação da qualidade do serviço de entrega e querem foco no relacionamento com clientes estratégicos. O índice de entregas no prazo desabou este ano devido a dívidas em aberto com fornecedores e, mais recentemente, à greve deflagrada por parte dos funcionários, estando abaixo de 70%, contra a meta de 96%.
O plano faz parte da estratégia de reestruturação da empresa e será possível de ser colocado em marcha após o fechamento do empréstimo de R$ 12 bilhões obtido pelos Correios com um grupo de cinco bancos. A expectativa é de que a primeira parte dos recursos, de R$ 10 bilhões, seja liberado até terça-feira.
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O plano para recuperar a qualidade do serviço está estruturado em dois eixos “complementares e indissociáveis”. O primeiro eixo concentra-se na recuperação dos atributos dos produtos ofertados ao mercado, com prazos competitivos, previsibilidade, estabilidade operacional e eficiência logística.
O objetivo é que a empresa reconquiste “sua posição de referência em qualidade”. O foco é adotar prazos mais competitivos onde há retorno comercial verificado, com recursos concentrados em regiões, trechos e modais que geram maior impacto de receita e participação de mercado.