A Copa do Mundo de 2026 traz novas diretrizes operacionais, expandindo o torneio para 104 partidas em 39 dias. Com a competição agendada para ocorrer de 11 de junho a 19 de julho de 2026, o planejamento agora depende da localização das 16 cidades-sedes nos EUA, Canadá e México, exigindo adaptações estruturais e uma complexa malha aérea.
A candidatura trilateral, conhecida como United 2026, foi aprovada durante o 68º Congresso da FIFA, em Moscou, em 2018. Essa é a primeira vez que três nações serão coanfitriãs, o que requer legislações de imigração exclusivas e o compartilhamento de custos de segurança. A mudança mais significativa no regulamento foi a ampliação de 32 para 48 equipes, alterando a fase de grupos para 12 chaves de quatro times, com as duas melhores de cada grupo e as oito melhores terceiras avançando.
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Para minimizar o impacto das longas distâncias no desempenho dos atletas e facilitar a movimentação dos torcedores, o comitê organizador estabeleceu uma regra de clusterização. As cidades-sedes foram divididas em três regiões: Oeste, Central e Leste, cada uma com suas respectivas sedes. As seleções devem estabelecer seu acampamento base na mesma região onde jogarão a maioria de seus jogos, permitindo voos transcontinentais apenas após as oitavas de final.
A Copa de 2026 utilizará estádios multiuso já existentes, em sua maioria pertencentes a franquias da NFL. Essa abordagem contrasta com edições anteriores, onde complexos esportivos foram construídos do zero. A padronização dos gramados será um elemento importante na organização do torneio.