Brasil campeão? Messi artilheiro? Odds da Copa do Mundo de 2026

As casas de apostas já revelam os favoritos para a Copa do Mundo de 2026, com seleções europeias e o Brasil na disputa pelo título, e Messi entre os artilheiros.
Brasil campeão? Messi artilheiro? Odds da Copa do Mundo de 2026

Casas de apostas já indicam favoritos ao título e artilharia, com seleções europeias em destaque e Messi mantendo alto nível.

As casas de apostas já revelam os favoritos para a Copa do Mundo de 2026, com seleções europeias e o Brasil na disputa pelo título, e Messi entre os artilheiros.

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A Copa do Mundo de 2026, com seu formato ampliado para 48 seleções, já acende os debates e as projeções nas casas de apostas. Analistas e torcedores buscam entender quem desponta como favorito ao título, quais jogadores podem brigar pela artilharia e quais seleções têm potencial para surpreender.

O cenário atual aponta para uma competição acirrada, com gigantes do futebol mundial e estrelas em ascensão definindo as cotações.

Entre os principais candidatos ao título, Brasil, Espanha, Inglaterra, França e Argentina se solidificam como as escolhas mais fortes. O Brasil, em fase de reconstrução, mescla a experiência de jogadores como Casemiro com o talento de jovens promissores como Estêvão, mantendo-se no bloco de elite. Contudo, seleções europeias como Espanha, França e Inglaterra apresentam elencos renovados e sistemas táticos consolidados, com alguns dos melhores jogadores do mundo. A Argentina, atual campeã, segue forte, impulsionada pela continuidade do trabalho e o entrosamento do grupo.

A Disputa pela Artilharia: Messi Ainda Brilha

Na corrida pela artilharia, Lionel Messi, mesmo aos 38 anos, demonstra uma forma invejável. Com 37 gols em 43 partidas pelo Inter Miami na temporada 2025, o argentino prova que sua capacidade de decisão permanece intacta, reforçando sua candidatura, especialmente em um torneio mais longo.

Ele enfrenta a concorrência de atacantes de elite como Erling Haaland, Kylian Mbappé e Harry Kane, conhecidos por sua consistência na finalização. Vinícius Júnior, embora menos goleador pelo Real Madrid na atual temporada europeia, é peça-chave da Seleção Brasileira e o principal nome do país na disputa.

A ampliação da Copa para 48 seleções, embora aumente a diversidade, não se reflete de imediato nas cotações, que continuam favorecendo as seleções de maior qualidade técnica. Contudo, a história recente das Copas mostra que surpresas são inevitáveis.

Marrocos, semifinalista em 2022, surge como uma potencial pedra no sapato na chave do Brasil, enquanto Escócia e Haiti podem adotar posturas defensivas que dificultam os jogos.

Para o Brasil, a busca por uma campanha perfeita na fase de grupos é um desafio. A última vez que a seleção avançou com 100% de aproveitamento foi em 2006.

Desde então, o padrão tem sido de consistência, mas não de perfeição, com uma vitória e um empate ou uma derrota em edições recentes. Além disso, a expectativa por um gol de falta, algo que não acontece desde 2002, adiciona um toque de saudosismo à jornada da equipe.

A Copa de 2026 promete emoções e reviravoltas, com o Brasil buscando seu sétimo título mundial em meio a um cenário altamente competitivo.