A resolução do Conad altera a lógica das políticas públicas, passando a focar na redução dos riscos à saúde e à vida social. A norma define modelo de ações para reduzir os riscos e prejuízos para a saúde e sociabilidade. Entre as medidas previstas estão orientação em saúde, acolhimento psicossocial, distribuição de itens de higiene e ações voltadas à prevenção de complicações mais graves. A resolução também prevê a ampliação de ações em campo e o fortalecimento da integração com o SUS e o SUAS, além de priorizar grupos em maior vulnerabilidade, como pessoas em situação de rua.
A medida foi assinada pela secretária-executiva do Conad, Marta Rodriguez de Assis Machado, e entrou em vigor na data da publicação.
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Em Campo Grande, o cenário acompanha a tendência nacional, mas com sinais mais visíveis nas ruas. Relatos apontam aumento no número de usuários na região central, especialmente nos bairros Amambaí e Vila Nhanhá, onde a presença constante de pessoas em situação de vulnerabilidade tem se tornado parte da rotina.
Dados recentes mostram que, apenas em 2024, os CAPS da Capital realizaram cerca de 100 mil atendimentos relacionados ao uso de drogas.