O regime comunista da China evitou responder a questionamentos sobre a eficácia dos equipamentos militares vendidos à Venezuela após a ofensiva aérea dos Estados Unidos. Radares chineses, como o JY-27, não conseguiram detectar nem reagir de forma eficaz à incursão das forças dos Estados Unidos.
A falha permitiu que a operação aérea americana ocorresse sem alerta antecipado relevante, mesmo com a presença de sistemas de vigilância e baterias antiaéreas em operação no país. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China condenou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e das normas do direito internacional.
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Os radares chineses do tipo antifurtividade, instalados no território venezuelano, não conseguiram detectar ou impedir a incursão aérea dos EUA, mesmo operando em conjunto com sistemas russos de defesa antiaérea. Analistas militares observaram que os equipamentos chineses dependem de suporte logístico e integração operacional com outros sistemas para cumprirem suas funções, e que a falta de manutenção e suporte técnico robusto pode ter reduzido sua capacidade de operação diante de uma ação de alta complexidade como a incursão de forças americanas.