A China obteve em 2025 seu maior superávit comercial na história, de US$ 1,2 trilhão. Esse resultado é equivalente ao PIB de uma economia entre as 20 maiores globais.
Em 2024, a diferença entre exportações e importações havia ficado abaixo de US$ 1 trilhão, e o dado do ano repassado representa uma alta de 20%. A China conseguiu esse resultado a despeito dos atritos com o governo Trump, graças à diversificação de parceiros e à aposta na competitividade, com avanço na pauta de exportações de bens de alta tecnologia.
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O país possui laços comerciais com mais de 240 países e regiões, e em 190 dessas localidades houve aumento de exportações no ano passado. As vendas para os países da Nova Rota da Seda cresceram 6,3%, atingindo 23,6 trilhões de yuans, e representaram 51,9% do valor total do comércio exterior do país.
As exportações para a África subiram 25,8%, para a Índia avançaram 12,8%, para a União Europeia cresceram 8,4%, e para a América Latina tiveram um incremento de 7,4%. No entanto, o crescimento das vendas para o Japão foi considerado baixo, com um aumento de 3,5%.