O avanço da Chikungunya em Dourados e em todo Mato Grosso do Sul resultou em um total de seis mortes no estado neste ano. O boletim epidemiológico da Secretaria do Estado de Saúde (SES) revelou que dois novos óbitos foram confirmados: um idoso de 72 anos, residente em Bonito, e um bebê de um mês, de Dourados.
Os casos confirmados da doença aumentaram para 1.452, incluindo 21 gestantes. O total de notificações, que abrange casos confirmados, investigações e descartes, chega a 3.058. As cidades com maior número de casos positivos são Fátima do Sul, Dourados, Jardim, Sete Quedas e Bonito, enquanto apenas sete cidades não registraram casos suspeitos até o momento.
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A transmissão da Chikungunya ocorre principalmente pela picada do mosquito Aedes aegypti, e não há contágio por contato direto com pessoas infectadas. Os sintomas, que incluem febre alta, dor muscular, dor de cabeça e fadiga, geralmente surgem entre 2 e 12 dias após a picada.
O tratamento se concentra no alívio dos sintomas, com recomendações de repouso, hidratação e uso de analgésicos. Em 2026, o estado já registrou um aumento de 33,6% nos casos prováveis de Chikungunya em relação à última semana de 2025, com um pico de 477 suspeitas em março, embora os números tenham diminuído nas semanas seguintes.