As obras de pavimentação e drenagem em diversos bairros de Campo Grande foram oficialmente formalizadas em reunião na prefeitura, ocorrida no dia 30. O início das intervenções está agendado para 3 de julho, conforme informado pela prefeita Adriane Lopes (PP). A prefeita ressaltou que, apesar de a burocracia das licitações ser um processo demorado, a expectativa é que os trabalhos tenham início em breve, com a assinatura de todas as etapas.
O investimento total para a execução das obras, que será realizado em três etapas até 2028, é estimado em aproximadamente R$ 540 milhões. Adriane Lopes destacou que todos os projetos já estão prontos e que a prefeitura está comprometida a garantir que as obras se concretizem. Ela também mencionou que haverá um plantão de equipes dedicado exclusivamente a essas intervenções.
Durante a reunião, o deputado federal Dagoberto Nogueira (PSDB) anunciou que a bancada federal contribuirá com um montante de R$ 100 milhões para as obras. Além disso, o governador Eduardo Riedel (PP) confirmou a disponibilização de mais R$ 100 milhões do Governo do Estado, o que representa um apoio significativo para a realização dos trabalhos.
A primeira fase das obras contará com um investimento de R$ 143 milhões e abrangerá os seguintes bairros: Noroeste (Lotes 1 e 2), Nova Lima, Ramez Tebet (Etapas A, B e C), Bosque das Araras, Jardim Mansur, Jardim Auxiliadoa, Jardim Botafogo, Vila Romana, Parque do Sol, Dom Antônio Barbosa, Jardim das Perdizes, Vila Nossa Senhora Aparecida, Bosque da Saúde, Vilas Boas, Parque Residencial Lisboa, Porto Galo, Jardim das Nações, Guanandi II, Coophavila II, Batistão, Santa Emília e São Conrado. A escolha dos bairros levou em consideração o tempo de espera por melhorias, com destaque para o Guanandi, que está sem asfalto há 30 anos.
Com os recursos provenientes da prefeitura, do Estado e da bancada federal, a expectativa é que cerca de 600 km de asfalto sejam entregues. A prefeita ressaltou que o financiamento municipal, que inclui um empréstimo junto à Caixa Econômica Federal, é resultado de uma economia significativa obtida com medidas de corte de gastos iniciadas em 2025. Adriane Lopes concluiu afirmando que há mais de dez anos Campo Grande não recebia um volume de recursos como o atual.

