Em 2026, o cenário macroeconômico deve mudar pouco para a América Latina, especialmente para o Brasil. Analistas do banco Goldman Sachs esperam que este ano seja uma repetição de 2025 em muitos aspectos, com destaques para o dólar enfraquecido, preço baixo das commodities e cortes de juros.
A produção de petróleo do Brasil cresceu 13,9% em novembro, com quase 3,8 milhões de barris produzidos por dia no período. A América Latina conseguiu se beneficiar de um ambiente favorável no último ano, apesar de diversos choques externos, e deve crescer de maneira moderada em 2026.
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O Brasil terá mais espaço para cortes de juros, com possível queda para 12,5%, dependendo de algumas condições. A inflação brasileira deve permanecer acima de 4% em 2026, com as expectativas de inflação de curto e médio prazo desancoradas.
O crescimento real do PIB deve desacelerar entre 2025 e 2026, saindo dos 2,3% do ano anterior para 1,8%.