Brasil monitora risco de escassez de medicamentos na guerra no Oriente Médio

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse estar monitorando o cenário e que, até agora, não houve impacto nos custos logísticos da distribuição de medicamentos
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A intensificação da guerra no Oriente Médio ameaça afetar a cadeia global de distribuição de medicamentos. O preço do barril de petróleo chegou ao pico de US$ 120 e momentos de maior volatilidade. Há análises de mercado que não descartam elevações superiores, especialmente por causa da dificuldade de transporte do petróleo no Estreito de Ormuz.

Padilha disse ter conversado com autoridades da China e da Índia sobre os impactos da guerra no Irã nas rotas de entrada e saída de insumos para medicamentos.

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Esse risco existe. A base inicial de muitos medicamentos é de produtos derivados do petróleo. Então, se você tem um aumento do preço do petróleo internacional, se você dificulta a chegada do petróleo nos países que mais fazem essas matérias-primas, como a China e a Índia, a guerra pode afetar isso.