Vice-presidente aposta em juros menores para um crescimento mais robusto em 2026.
Geraldo Alckmin acredita que a queda da Selic impulsionará o crescimento econômico, compensando o desempenho fraco do PIB no terceiro trimestre.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, expressou otimismo em relação ao futuro da economia brasileira. Ele acredita que a redução da taxa Selic, esperada para o próximo ano, será um fator crucial para impulsionar o crescimento econômico.
Alckmin comentou sobre o recente resultado do PIB, que apresentou um crescimento de apenas 0,1% no terceiro trimestre. Segundo ele, esse desempenho foi influenciado pelas altas taxas de juros.
No entanto, o governo projeta um cenário mais favorável para 2026, com a Selic em declínio.
“O PIB teve um crescimento pequeno no último trimestre, em razão dos juros, mas acreditamos que no ano que vem os juros caem, a inflação está em queda. Nós estamos com a inflação abaixo do teto da meta, a inflação está em queda. Os juros devem cair”, afirmou Alckmin.
Inflação e Dólar
O vice-presidente também mencionou dois fatores que contribuem para a tendência de queda da inflação: a safra recorde de alimentos e a valorização do real frente ao dólar. “Primeiro, o alimento.
Nós tivemos uma safra recorde, o clima ajudou. Então, o preço de alimento caiu mais do que a inflação.
E o outro, o dólar. O dólar que estava R$ 6,30, R$ 5,60, veio para R$ 5,30.
E caindo a inflação, a tendência é caírem os juros e a economia cresce mais”, explicou.
Alckmin também reiterou o compromisso do governo em buscar a retirada de produtos industriais brasileiros das tarifas impostas pelos Estados Unidos.