Em 2024, um agente da Polícia Federal foi preso em Campo Grande durante uma operação que resultou na investigação de um empresário, preso na Operação Iscariotes. O agente foi flagrado transportando 65 quilos de cocaína em São Paulo, acompanhado do irmão do empresário.
No dia 2 de outubro de 2024, a Polícia Militar Rodoviária de São Paulo abordou a dupla na Rodovia Washington Luís, onde o agente Miguel Freire tentou se esconder entre caminhões após perceber a viatura. Ele se apresentou como policial, mas não estava em serviço e revelou que aceitou o transporte da droga devido a dívidas, sendo prometido R$ 16 mil pelo serviço.
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Os policiais encontraram 60 tabletes de cocaína no carro de Miguel, enquanto o outro veículo, um HB20, atuava como 'batedor'. A dupla alegou desconhecimento sobre a carga, mas a investigação indicou que o empresário Clenio Alisson Tavares os havia contratado para contrabando de celulares anteriormente.
Clenio, que possui lojas no Camelódromo de Campo Grande, ofereceu mais dinheiro para transportar uma carga considerada 'valiosa', que acabou sendo cocaína avaliada em mais de R$ 1 milhão. Em junho de 2025, todos os envolvidos se tornaram réus pelo crime de tráfico de drogas, e a Justiça manteve a prisão preventiva deles.