Acidente com morte de arquiteta não descarta feminicídio, afirma Polícia Civil

A Polícia Civil, após investigação, não descarta a possibilidade de feminicídio no acidente que matou a arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, na manhã de segunda-feira
Foto: Foi tentada reanimação, mas Ely não resistiu (Madu Livramento, Midiamax)
Foto: Foi tentada reanimação, mas Ely não resistiu (Madu Livramento, Midiamax)

A Polícia Civil, através da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), investiga SE o acidente que matou a arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, foi um crime de feminicídio.

A vítima estava em uma caminhonete com o ex-marido quando teria caído do veículo, durante discussão com o homem. A roda traseira do próprio veículo teria passado por cima dela.

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A delegada da Deam, Larissa Serpa, explica que não é descartada a hipótese de feminicídio. Serpa comenta que suicídio também é uma linha de investigação possível.

O acidente foi atestado pelo Corpo de Bombeiros e uma equipe da Motiva Pantanal, que tentaram reanimar a arquiteta por quase 1h, mas ela não resistiu.

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também foi acionada para o local.