A vacinação contra a gripe em Campo Grande enfrenta problemas devido à falta de consenso sobre os horários e à distribuição de senhas nos postos de saúde. Pessoas dos grupos de risco, que têm prioridade na imunização, estão saindo frustradas. Uma funcionária dos Correios relatou que, mesmo tendo chegado cedo, não conseguiu se vacinar porque as senhas já haviam sido distribuídas, limitadas a 50 por turno.
Na USF Lar do Trabalhador, a reportagem constatou que a distribuição de senhas estava ocorrendo, mas com um número reduzido de pessoas na fila. Em contraste, na USF Santa Carmélia, o atendimento é feito até às 16h10, sem a necessidade de senhas, e com menor procura pela vacina. Já na USF Tiradentes, havia fila, mas não era necessária a distribuição de senhas, e os atendimentos estavam sendo rápidos.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Resumo rápido gerado automaticamente
A USF Maria Aparecida Pedrossian também não exigia senhas e apresentava um fluxo tranquilo, enquanto na USF Silvia Regina um funcionário informou que as pessoas devem chegar até 16h45 para serem atendidas. A Secretaria Municipal de Saúde não respondeu sobre a prática de distribuição de senhas e o horário padrão de encerramento da vacinação até a publicação da matéria.
Para se vacinar, as pessoas dos grupos de risco precisam apresentar documento com foto e comprovação da condição prioritária. Isso pode incluir laudo médico ou documento funcional. Os grupos que podem se vacinar incluem crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, entre outros.