Alcides Bernal está detido em uma acomodação com banheiro privativo e ar-condicionado no Presídio Militar de Campo Grande. Ele foi preso após o assassinato do servidor Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, em uma disputa judicial. A prisão foi decretada em audiência de custódia, onde Bernal teve comportamento debochado e tentou discutir o mérito da prisão.
A acomodação possui capacidade para três presos, com beliches ou camas de concreto, além de um refeitório que serve refeições. Os detentos têm acesso a uma sala com televisão, onde podem assistir a desenhos e jornais. Bernal está impedido de receber visitas por até 30 dias, exceto a do advogado, e recebeu um manual sobre as regras do local.
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O Estatuto da Advocacia, conforme a Lei 8.906/94, garante a advogados o direito a uma sala de Estado maior em caso de prisão, com instalações adequadas. O ex-prefeito, em depoimento, alegou que sua intenção era atirar na perna de Mazzini durante um confronto na residência que ambos disputavam.
Bernal afirmou que chegou à sua casa após ser alertado por uma empresa de monitoramento e encontrou o portão arrombado, com três pessoas no interior. Ele disparou a arma com a intenção de ferir, mas não sabia que Mazzini havia morrido. O ex-prefeito também defendeu que tinha porte e registro da arma usada no crime.