O aposentado Domingos Paulo Sosti, de 69 anos, encerrou hoje um compromisso de vida. Ele chega em 11 de abril aos 70 anos e por imposição legal não poderá mais doar sangue, gesto que repetiu por mais de 50 anos, iniciado no final da adolescência.
Ele contou que começou a doar ainda na capital paulista, onde morava, e seguiu em Campo Grande a partir do final dos anos 90, somando 24 anos de doação no Hemosul.
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A solidariedade é motivo de orgulho para a filha, Vanessa dos Santos Sosti, de 39 anos, técnica de enfermagem e que há quatro meses trabalha no Hemosul.
O pai foi a primeira pessoa em quem ela fez a coleta. Era visível a emoção vendo-o contar sua história.