Mato Grosso do Sul registra 5ª morte por Chikungunya em 2026 após falecimento de bebê

Um bebê de um mês faleceu em Dourados, elevando para cinco as mortes por Chikungunya no estado em 2026. A situação é alarmante, com mais de mil notificações na região.
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A reserva indígena em Dourados, localizada a cerca de 230 quilômetros da Capital do Mato Grosso do Sul, registrou a morte de um bebê de apenas um mês nesta terça-feira (24). Com esse óbito, 2026 se torna o segundo ano com mais mortes por Chikungunya no estado, contabilizando cinco vítimas até o momento.

O bebê começou a apresentar sintomas da doença e foi internado no Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados. Embora o boletim semanal da Secretaria de Estado de Saúde ainda não tenha sido atualizado, já são mais de 1,1 mil notificações entre as comunidades da reserva indígena, conforme o Informe Epidemiológico Diário de Monitoramento do surto.

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Além do bebê de um mês, a terceira morte em 2026 foi de um bebê de três meses, que apresentou os primeiros sinais da doença em 6 de março e faleceu quatro dias depois. Para atender a demanda crescente, o Governo do Estado anunciou a abertura de 15 leitos no Hospital Regional de Dourados, sendo 10 para adultos e 5 para pacientes pediátricos.

Esses leitos são uma medida transitória, visando aumentar a capacidade de atendimento durante o surto. O Hospital Regional de Dourados, que atualmente possui 100 leitos, incluindo 20 de Unidade de Terapia Intensiva, destinará leitos específicos para casos de Chikungunya. A diretora-geral do hospital destacou a importância de organizar os fluxos internos para garantir a qualidade do atendimento.