A Justiça manteve a prisão do quarteto suspeito de envolvimento no chamado 'golpe do falso advogado' em Nova Andradina. A decisão foi proferida pelo juiz das garantias da Vara Criminal de Três Lagoas durante audiência de custódia, que resultou na conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas.
Os investigados, Paula Raquel Campiteli, Alexandro dos Santos de Sá, Maicon Willian da Silva Santos e Marcos Daniel de Souza Silva, foram presos sob suspeita de participação em esquema de fraude eletrônica e associação criminosa.
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O magistrado entendeu que a situação de flagrância estava caracterizada, inclusive pela posse de valores oriundos da prática criminosa, o que reforça os indícios de autoria. A associação criminosa teria caráter permanente, o que permite a manutenção do estado de flagrância ao longo do tempo.
A conversão para prisão preventiva foi fundamentada na necessidade de garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal. O magistrado também ressaltou a gravidade concreta dos fatos, mencionando que o crime teria atingido vítima idosa e que há indícios de reincidência entre os envolvidos.