Maria Eduarda Chaves Reis Gorrao, de 22 anos, viveu um momento crítico em sua saúde após sentir dores na coluna. Inicialmente, a jovem acreditava que a dor poderia ser tratada com remédios, mas um exame de sangue revelou uma fratura na coluna que a colocava em risco de tetraplegia. O acidente que causou a lesão ocorreu semanas antes, em uma colisão frontal durante uma viagem a Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Após o acidente, Maria passou por três cirurgias, sendo duas hemorrágicas e uma no braço. Os médicos afirmaram que sua coluna fraturada poderia voltar ao normal com o tempo, mas a situação se complicou quando ela relatou dores intensas em um hospital. Durante a consulta, foi indicada a um médico especialista, Wolnei Marques Zeviani, que, por acaso, estava passando pelo corredor e se interessou pelo caso.
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Ele analisou os exames e imediatamente alertou sobre a necessidade de uma cirurgia urgente, uma vez que a fratura do tipo B2 na coluna era altamente instável e poderia resultar em lesões neurológicas irreversíveis. O médico enfatizou que a cirurgia era a única opção segura para evitar consequências graves.
Após a cirurgia, Maria enfrentou complicações e voltou ao hospital com dores para respirar, necessitando de mais um procedimento. A jovem expressou seu desespero e medo em relação à delicadeza da coluna e o impacto das cirurgias subsequentes em sua qualidade de vida, ressaltando a incerteza de sua recuperação completa.