Sete cristãos armênio-iranianos foram mortos durante a repressão violenta do regime islâmico do Irã aos protestos em curso no país. As mortes ocorreram em ações das forças de segurança contra manifestantes, e ao menos três outros cristãos ficaram feridos.
Uma das vítimas foi publicamente identificada como Ejmin Masihi. Pelo menos um cristão de origem muçulmana está entre os milhares de detidos nas prisões em massa realizadas em diferentes regiões do país.
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Cristãos convertidos do islamismo enfrentam tratamento mais severo por parte das autoridades do Irã, uma vez que a conversão é considerada traição à religião oficial do Estado iraniano, o islamismo. Comunidades cristãs reconhecidas oficialmente, como armênios e assírios, e grupos não reconhecidos têm sido afetados pela instabilidade e pela violência associada aos protestos.
A verdadeira dimensão das mortes ainda é incerta, e o blecaute da internet tornou a verificação e as atualizações das informações extremamente difícil. Cerca de 5 mil pessoas já morreram em decorrência da repressão às manifestações em curso no Irã desde o fim de dezembro, após a piora da crise econômica e do custo de vida.