A criação do Conselho da Paz de Gaza trouxe à tona um histórico de críticas agressivas de alguns dos líderes convidados em relação a Israel e ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Termos como ‘genocídio’ e comparações com a Alemanha de Hitler marcaram declarações de presidentes e chanceleres nos últimos anos, mesmo enquanto Jerusalém defendia seu direito à legítima defesa contra o Hamas.
O presidente Lula já chegou a acusar Israel de usar a fome como arma de guerra. Durante um discurso na Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025, Lula disse que ‘Nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza’.
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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que ‘ideologicamente, Benjamin Netanyahu é como um parente de Hitler’. O ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Ishaq Dar, classificou as ações israelenses em Gaza como ‘genocídio’.
O presidente egípcio Abdel Fattah el-Sisi afirmou que o conflito havia se transformado em ‘uma guerra de fome e genocídio sistemático’. O rei da Jordânia, Abdullah II, usou seu discurso para criticar ‘a escala sem precedentes de terror desencadeada por Israel em Gaza desde 7 de outubro de 2023’.