O gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que o anúncio do governo de Donald Trump sobre a composição de um conselho executivo para a Faixa de Gaza ocorreu sem coordenação com Israel. A iniciativa contraria a política do governo israelense.
O ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa’ar, tratará do tema diretamente com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. O governo americano enviou uma minuta de carta a cerca de 60 países, estabelecendo regras de mandato e contribuição financeira para os membros do conselho.
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O presidente dos Estados Unidos presidirá o órgão. Cada Estado-membro cumprirá um mandato de no máximo três anos, sujeito a renovação pelo presidente.
O mandato de três anos não se aplicará aos Estados-membros que contribuírem com mais de US$ 1 bilhão em fundos em dinheiro para o Conselho de Paz no primeiro ano. A Casa Branca negou que haja uma exigência de US$ 1 bilhão para participação no conselho, afirmando que o valor apresentado em dinheiro vai garantir a permanência estendida no conselho de Gaza.