O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em um artigo publicado no jornal argentino La Nacion que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia é a resposta para lidar com o unilateralismo que isola os mercados e o protecionismo que sufoca o crescimento global. Em uma época em que o unilateralismo isola os mercados e o protecionismo inibe o crescimento global, duas regiões que compartilham valores democráticos e defendem o multilateralismo escolhem um caminho diferente, diz Lula.
O acordo contraria a lógica das guerras comerciais que segregam as economias, empobrecem as nações e exacerbam a desigualdade. Lula defendeu que o acordo gerará oportunidades mútuas de emprego, geração de renda, desenvolvimento sustentável e progresso econômico.
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A assinatura do acordo ocorrerá em Assunção, com a participação de vários presidentes, mas Lula não estará presente. Em outro ponto do artigo, Lula propôs que em um contexto de crescente protecionismo e unilateralismo, este acordo demonstra que é possível uma governança mundial mais ativa, representativa, inclusiva e justa.
Além disso, Lula marcou um encontro com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Rio de Janeiro, para discutir os próximos passos do acordo comercial.