O uso das urnas eletrônicas no Brasil completa 30 anos em 2026. Considerado uma inovação que transformou a votação no país, o primeiro modelo possuía poucas funcionalidades, como teclado numérico semelhante ao de um telefone, com números em braile, mas não havia coleta biométrica.
Na época, em 1996, o equipamento foi utilizado em todas as capitais e em 31 municípios com mais de 200 mil eleitores, atingindo cerca de 30% do eleitorado do país. O objetivo era garantir maior celeridade, sigilo, segurança e eficiência, tanto na votação quanto na apuração.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
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A expansão foi rápida, e em 2000, o sistema passou a ser utilizado em todos os municípios brasileiros, informatizando completamente as eleições. Desde sua criação, a urna eletrônica passou por diversas atualizações tecnológicas, tanto em seu hardware quanto nos softwares, incorporando novas funcionalidades a cada eleição.
A última geração possui novo design e melhorias relacionadas à capacidade de processamento das informações, interação com o mesário por meio de teclado sensível ao toque e diretivas de segurança do equipamento. A evolução desses aparelhos trouxe avanços em diversas frentes, como segurança, transparência, acessibilidade, celeridade e sustentabilidade.