O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, negou que exista qualquer negociação em andamento com os Estados Unidos. Isso ocorreu após o alerta feito pelo presidente Donald Trump para que o regime cubano busque um acordo com Washington.
Díaz-Canel afirmou que não há conversas políticas em andamento entre Havana e Washington, limitando os contatos a questões técnicas na área migratória. Ele também atribuiu o agravamento da crise migratória ao endurecimento do embargo imposto pelos Estados Unidos.
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O ditador cubano disse que Havana cumpre integralmente os acordos migratórios bilaterais em vigor e sustenta que qualquer avanço nas relações entre os dois países dependeria do abandono, por parte dos EUA, do que chamou de hostilidade, ameaças e coerção econômica. As declarações ocorrem um dia após Trump afirmar que Cuba deveria fechar um acordo com os Estados Unidos.
a ilha deixará de receber petróleo, recursos financeiros e investimentos provenientes da Venezuela, após a captura do ditador Nicolás Maduro por forças americanas. O presidente norte-americano afirmou ainda que não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba e recomendou que Havana busque um entendimento com Washington enquanto ainda há tempo.