A captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro reacendeu o debate nas redes sociais sobre a divisão do mundo em esferas de influência. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que a operação fez parte dos esforços para reduzir a influência da China e da Rússia no Hemisfério Ocidental.
A gestão Trump tem deixado claro que a operação foi parte desses esforços. Ilustrações mostram o mundo dividido em três esferas de influência, com os Estados Unidos dominando o Hemisfério Ocidental, a Rússia controlando o leste europeu e a África, e a China dominando a Ásia.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
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A mais recente doutrina de segurança nacional dos Estados Unidos pregou um retorno à Doutrina Monroe, do século XIX, que dava prioridade às Américas na política externa americana. O presidente da França, Emmanuel Macron, corroborou a tese das esferas de influência das grandes potências globais, sem que haja interferência no espaço dominado pelas outras.
Especialistas, porém, divergem a respeito do argumento de que EUA, China e Rússia estariam dispostos a dividir o planeta. O economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena acredita que há um pouco de teoria da conspiração nos comentários sobre divisão do mundo.