Países do chamado Eixo das Ditaduras condenaram a operação militar dos Estados Unidos após a confirmação da captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. A Rússia classificou a ação norte-americana como um ato de agressão armada e destacou a importância de evitar uma nova escalada do conflito.
O país exigiu esclarecimentos imediatos sobre o paradeiro de Maduro e sua esposa, considerando a ação uma violação inaceitável da soberania de um Estado independente. A China alertou seus cidadãos para não viajarem à Venezuela e pediu que cidadãos e organizações chinesas na Venezuela monitorassem atentamente a situação de segurança local.
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O Irã condenou a captura e pediu ao Conselho de Segurança da ONU uma ação imediata para cessar a agressão ilegal, classificando a operação militar como uma violação da soberania e da integridade territorial. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que a ação norte-americana foi terrorismo de estado contra o povo venezuelano e à América.
A Rússia, a China, o Irã e Cuba foram alguns dos países que condenaram a operação militar dos EUA. A captura de Maduro gerou uma onda de condenações de países que consideram a ação uma violação da soberania da Venezuela.