A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) destacou que a Construtora Rial pediu a paralisação dos trabalhos após a operação e que a Controladoria-Geral do Município (CGM) recomendou essa suspensão para que uma auditoria fosse realizada sobre os CONTRATOS, incluindo a interrupção de pagamentos até que as análises técnicas fossem concluídas. A Sisep reforçou que essa medida é cautelar e visa proteger o interesse público, além de assegurar a regularidade dos processos administrativos.
A investigação aponta que a Construtora Rial estaria envolvida em um esquema relacionado à execução dos serviços na Capital. A Sisep não se manifestou sobre a continuidade dos serviços com recursos próprios durante o intervalo entre a licitação e a assinatura de novos CONTRATOS. Entretanto, a secretaria informa que está em fase de reorganização do modelo de execução, prevendo a atuação de duas frentes: uma contratada e outra própria da secretaria.
A partir da segunda semana de julho, a abertura de um novo processo licitatório será realizada para resolver a situação dos CONTRATOS. Além disso, está sendo estruturado junto ao Consórcio Central o credenciamento de empresas especializadas na recuperação funcional de pavimento. A Sisep assegurou que a atual gestão, em colaboração com o corpo técnico, está atuando para garantir a regularização dos serviços de tapa-buracos ao longo do segundo semestre.
A Construtora Rial tinha a responsabilidade por quatro das sete regiões atendidas; Anhanduizinho, Imbirussu, Segredo e Bandeira. O total dos CONTRATOS, incluindo os aditivos, soma R$ 114.608.571,16 pagos à empresa.
