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Possível demissão de genro do presidente da Caixa gera movimentação na FUNCEF

Fabiano Nogueira Alves, Gerente de Investimento da FUNCEF e genro do presidente da Caixa, é alvo de rumores sobre demissão. Joaquim Cruz, novo diretor de Investimentos, já dispensou três funcionários e pode ser o responsável por novas mudanças.
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A movimentação política na FUNCEF, fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, pode resultar em novas demissões. Fabiano Nogueira Alves, que ocupa o cargo de Gerente de Investimento e é genro do presidente da Caixa, Carlos Vieira, é apontado como um dos próximos alvos. Joaquim Cruz, conhecido como "Joca Encrenca", foi recentemente nomeado diretor de Investimentos e Participações do fundo e já demitiu três pessoas desde que assumiu a posição.

Carlos Vieira teria solicitado a demissão de Joaquim Cruz ao Palácio e a líderes do Partido Progressista (PP), que, apesar de sua aliança com o Centrão, mantém influência significativa tanto na Caixa quanto na FUNCEF. Informações indicam que os caciques do PP, incluindo Arthur Lira e Ciro Nogueira, não se opuseram a essa solicitação, o que pode agravar ainda mais a situação de Fabiano Alves.

Joaquim Cruz, que é apoiado pelo ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e alinhado ao Partido dos Trabalhadores (PT), levanta preocupações sobre a gestão atual do fundo. A possibilidade de uma “pajelança” envolvendo esses novos movimentos na FUNCEF tem gerado discussões entre os interessados no futuro da instituição.

Em outro contexto, a primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, tem se mantido em um perfil discreto no cenário público, evitando polêmicas. Essa estratégia visa proteger a imagem de seu marido, que é candidato à reeleição. Contudo, Janja tem atuado ativamente em iniciativas junto à Secretaria de Comunicação do Palácio, como a campanha de mídia nacional voltada para o combate ao feminicídio.

No setor energético, a gerente de Petróleo e Gás da FIRJAN, Karine Fragoso, participará do Amazon Energy, um dos principais eventos do setor na Amazônia, em Belém. Durante o encontro, ela defenderá a exploração de novos poços em todo o País, além da produção na Margem Equatorial e na Bacia de Pelotas.

A situação em Caracas e La Guardia, após o terremoto que resultou no desabamento de mais de 250 edifícios, destaca a fragilidade estrutural das construções na região. Relatos de engenheiros e militares que estão no local indicam que as construtoras, associadas ao regime chavista, teriam burlado normas de construção, utilizando materiais inadequados como espuma expansiva e madeira, ao invés de concreto e vergalhões como exigido.