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Aprovação do governo Lula apresenta índices negativos, aponta pesquisa

Uma nova pesquisa revelou que 33% dos eleitores consideram o governo Lula como péssimo, enquanto 42% o avaliam negativamente. Os dados refletem desafios enfrentados pela administração, incluindo questões econômicas e de segurança pública.
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A pesquisa realizada pelo BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (29), revelou que 33% dos eleitores avaliam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva como "péssimo". Quando somadas as opiniões que consideram o mandato como "ruim", que representam 9%, o total de avaliações negativas atinge 42%. Apenas 18% dos entrevistados acreditam que o desempenho do governo é "regular".

No que diz respeito às avaliações positivas, o governo Lula conta com 38% de aprovação, sendo que 20% dos eleitores o consideram "bom" e 18% o veem como "ótimo". Esses dados surgem em um contexto conturbado para o presidente, que enfrentou a repercussão de uma operação envolvendo o ex-líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

Sobre a aprovação geral do governo, os dados indicam que 48% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 48% desaprovam. O percentual de eleitores que não souberam responder ou optaram por não comentar é de 4%.

A percepção negativa em relação ao governo é influenciada por diversos temas, especialmente a economia, que 51% dos entrevistados classificam como ruim ou péssima. Para 30%, a situação econômica é considerada regular, enquanto 17% a avaliam como ótima ou boa. A segurança pública destaca-se como uma preocupação central, com 29% dos entrevistados a apontando como o principal fator negativo, sendo que 15% a identificaram como a maior preocupação.

Além da economia e da segurança, outros problemas foram mencionados pelos entrevistados. A corrupção foi citada por 19% como a questão mais preocupante, seguida pela saúde pública, que recebeu 12% das menções. A educação e o desemprego foram vistos como problemas principais por 14% e 11% dos entrevistados, respectivamente.

A pesquisa entrevistou 2.009 eleitores entre os dias 26 e 28 de junho, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08521/2026.