Além da apreensão dos produtos, Vilas Boas ressaltou que a venda de mercadorias falsificadas não apenas compromete empresas legalizadas, mas também gera sonegação fiscal e coloca em risco a segurança dos consumidores. "Esses produtos falsificados envolvem sonegação de imposto e concorrência desleal contra as marcas, que investem em tecnologia para produzir itens de qualidade. A maioria desses produtos falsificados não tem qualidade nenhuma e também representa risco para a população", explicou.
A operação também levantou a possibilidade de futuras prisões. Os investigadores ainda estão analisando quem fornecia os produtos e quem tinha controle sobre a mercadoria apreendida. Na avaliação de Vilas Boas, é provável que haja detenções relacionadas a crimes de falsificação de marca e à venda de produtos impróprios ao consumo, conforme previsto na Lei nº 8.137.
Além das ações realizadas nesta semana, o delegado mencionou que outras fiscalizações contra produtos falsificados já ocorreram no ano, incluindo uma operação no camelódromo de Campo Grande. "Já houve operação no camelódromo este ano e várias apreensões foram feitas. A Polícia Federal também realizou apreensão lá. Eu mesmo já fiz fiscalizações em outra oportunidade. São vários locais. Isso é muito cultural. A gente atua na medida do possível, e todos os locais serão fiscalizados", concluiu.
