A maior parte das empresas não financeiras ouvidas pelo Banco Central (49,2%) veem sentimento negativo em relação à situação econômica atual. São 35% as que sinalizam sentimento “discretamente negativo” e 14,2%, “fortemente negativo”.
A percepção negativa diminuiu em relação à edição anterior, do terceiro trimestre. Na época, eram 47,8% os que viam sentimento “discretamente negativo” e 15,2%, “fortemente negativo”.
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Os que indicam ver sentimento “fortemente positivo” permaneceram em 0,4%. Os que afirmaram ter sentimento “discretamente positivo” aumentaram, de 15,2% para 22,5%.
Também aumentaram os que sinalizaram ter sentimento neutro, de 21,4% para 27,9%. A percepção sobre a situação econômica atual apresentou melhora em relação às três rodadas anteriores, mas continua em patamar negativo.