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Romeu Zema defende privatização da Petrobras como prioridade em sua candidatura

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República, propõe a privatização da Petrobras e de outras estatais para reduzir a dívida pública. Ele destaca a importância da relação com o Congresso Nacional para viabilizar o processo.
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Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, declarou sua intenção de privatizar a Petrobras e outras estatais assim que assumir o cargo, caso seja eleito. Para Zema, essa medida é fundamental para a diminuição da dívida pública do país. Ele enfatizou que a privatização da Petrobras dependerá de um bom relacionamento com o Congresso Nacional, uma vez que a aprovação dos parlamentares é essencial para o início do processo.

"Nós vamos botar tudo para vender. Vou usar esses recursos para quitar a dívida. A dívida vai cair para menos da metade e a taxa de juros vai cair mais ainda", afirmou Zema, ressaltando sua estratégia de utilização dos recursos obtidos com as privatizações.

Em sua gestão em Minas Gerais, Zema já privatizou diversas empresas e subsidiárias da Cemig, além de ter conseguido a aprovação para a privatização da Copasa, responsável pelo saneamento no Estado. Ele comentou que, entre as grandes privatizações realizadas, apenas a Cemig ainda não foi concluída.

O pré-candidato também se manifestou sobre a reforma da previdência, afirmando que as mudanças realizadas em 2019 não são mais suficientes diante do aumento da expectativa de vida da população. Para ele, será necessário aumentar o tempo de contribuição e, possivelmente, a idade mínima para aposentadoria.

Além disso, Zema planeja revisar programas sociais, considerando-os importantes, mas reconhecendo a existência de fraudes. Ele criticou a situação de pessoas que, segundo ele, estão se aproveitando dos benefícios sem realmente necessitar, mencionando que há muitos indivíduos vivendo de forma ociosa enquanto recebem assistência social.

Essa postura reflete a visão de Zema sobre a necessidade de um ajuste nas políticas públicas e uma abordagem mais rigorosa em relação ao uso dos recursos do Estado, buscando assim garantir maior eficiência e responsabilidade fiscal.