A vítima relatou que recebeu contato por meio de um número com a mesma foto de perfil e identificação do profissional que a representa. Durante a conversa, o suspeito informou que uma decisão liminar havia sido favorável a ela e que um suposto “promotor de Justiça” entraria em contato na sequência.
Pouco depois, outro número fez contato solicitando dados bancários da vítima, incluindo informações de contas em diferentes instituições financeiras. A mulher acabou repassando os dados, acreditando se tratar de um procedimento legítimo.
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Desconfiada, ela entrou em contato com o advogado verdadeiro, momento em que descobriu que havia caído em um golpe. Em seguida, constatou que R$ 275 foram retirados de sua conta sem autorização, por meio de transferência via Pix.
O caso foi registrado como estelionato na Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina.