A falta de transporte escolar tem gerado dificuldades para pais e alunos na zona rural de Campo Grande. Desde terça-feira (7), estudantes da Escola Municipal Orlandina Oliveira Lima, localizada na Colônia do Aguão, estão sem aulas devido a atrasos nos pagamentos às empresas de transporte. Os motoristas paralisaram as atividades e algumas rotas foram suspensas por falta de combustível.
Uma mãe, que preferiu não SE identificar, relatou que a situação já SE arrasta por meses e provocou outras interrupções. Ela mencionou que os motoristas acumulam três meses de salários atrasados e que a empresa não pode operar devido à falta de combustível, além da inadimplência da prefeitura.
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Tatiany Lesmo Bispo de Oliveira, de 31 anos, também expressou sua preocupação com a ausência das aulas, especialmente em uma semana de provas. Mãe de três crianças, ela destacou que os filhos estão sem ir à escola desde terça-feira e ressaltou que não é a vontade dos motoristas que os impede de rodar, mas sim a falta de pagamento e de combustível.
Os relatos indicam que o problema não SE limita a uma única linha de transporte. Há registros de suspensão em várias rotas atendidas por vans e ônibus, afetando diversos estudantes de diferentes idades. Além disso, em fevereiro deste ano, alunos do Assentamento Estrela também enfrentaram a mesma situação, quando mais de 50 estudantes ficaram sem transporte escolar.
Em 2025, motoristas do transporte rural paralisaram suas atividades por falta de pagamento, levando a prefeitura a firmar 17 contratos emergenciais, totalizando R$ 2.770.895,23, com validade de 12 meses. A prefeitura foi contatada para esclarecimentos sobre os atrasos, mas não respondeu até o fechamento desta matéria. O espaço continua aberto para manifestação sobre o assunto.