O prazo final estabelecido para que o Irã assine um acordo e reabra o Estreito de Ormuz se encerra hoje. Caso as negociações permaneçam emperradas, Trump prometeu que os iranianos “vão viver no inferno”.
Cerca de 20% de toda a produção mundial de petróleo passam pela rota marítima controlada pelo Irã, além de largas remessas de gás natural e ureia. Desde o início dos conflitos no final de fevereiro, o país persa fechou essa passagem, o que provocou uma escalada global no preço do insumo e seus derivados.
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O fechamento do Estreito de Ormuz ocorreu após o início de bombardeiros dos Estados Unidos e seu aliado bélico no Oriente Médio, Israel, ao território persa. A medida pressionou instantaneamente o preço internacional do petróleo, com efeitos imediatos sobre combustíveis e cadeias produtivas de diversos países, incluindo o Brasil.
Desde o início dos ataques, em 28 de fevereiro, Trump tem reiterado sucessivas ameaças de aniquilação ao Irã, todas rejeitadas pelo regime local, que até o momento não demonstrou qualquer indicativo de ceder as exigências unilaterais.